segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Dia Internacional da Pessoa com Deficiência - virada inclusiva



Formatura 21° grupo de capacitação profissional/ julho de 2010

Apoio GS1 Brasil e ABRAS Associação Brasileira de Supermercados

No próximo dia 03 de Dezembro será comemorado o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. Essa data marcará vários eventos em todo o país. No Estado de São Paulo foi programada a "Virada Inclusiva" Apoio Secretaria do Estado da Pessoa com Deficiência e Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, SME Secretaria de Educação do Município de São Paulo. O evento será marcado por uma série de shows, palestras oficinas, apresentações ,mostras ,teatro, exposições, gincanas e demais manifestações de arte e cultura, esporte e lazer em diversos municípios do Estado de São Paulo. As atividades acontecem dias 03 e 04 de dezembro 2010.



Comentário:


A Asssociação Nova Projeto comemorando a data de 03 de dezembro/ 2010 se orgulha de "fazer a sua parte" e dirige seus esforços em projetos de inclusão social da pessoa com deficiência intelectual. Implantamos desde 2003 programas de treinamento e capacitação para o trabalho somando até esta data 180 jovens e adultos que encontram-se empregados em diversas empresas com as quais temos parcerias. Pretendemos para o próximo ano ampliar essas ações através de novos programas que favoreçam a participação social da pessoa com deficiência.


Estamos buscando apoio para novos programas à serem implantados em 2011.


informações:


Associação Nova Projeto

Raphaela Viggiani Coutinho

Tel: ( 55) 11 55058929 São Paulo Brasil

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Na nossa escola é sempre primavera - Associação Nova Projeto






Essas fotos foram tiradas no nosso refeitório que é bem movimentado. Os alunos conviveram com esta família de rolinhas durante muitos dias. Inicialmente todos nós vibramos com a rolinha mãe chocando os ovos. De início duvidamos se daria certo um ninho dentro de um vaso pendurado. Os dias foram passando e apesar do movimento dos alunos em torno, pacientemente a passarinha chocava seus ovos. Foi uma alegria quando os filhotes nasceram. A alimentação dos filhotes foi feita pelo casal de rolinhas. Na ultima foto são os filhotes crescidos. Nesta segunda feira eles voaram. O vaso ficou vazio. Deixaram saudades....

Programa Ritmos do Coração - Associação Nova Projeto




Esta semana recebemos o grupo técnico da Ong "Rítmos do Coração" que está desenvolvendo um projeto cultural bem estruturado e interessante . Fazem parte dessa Ong um grupo técnico multidisciplinar. A proposta é oferecer às pessoas com deficiência vinculadas a instituições, o acesso a artes plásticas,dança, música, literatura oral,teatro e cultura popular brasileira através de vivências e visitas monitoradas a teatro museus. É um programa que favorece a socialização das pessoas com deficiência. Para nossos alunos foi programado uma visita ao Parque do Jaraguá. Antes da visita o grupo veio a nossa entidade para explicar o roteiro da visita. Os alunos adoraram a proposta.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Oficinas de Treinamento para o Trabalho - Associação Nova Projeto







Treinamento para o trabalho - oficinas de artesanato.


Participam das nossas oficinas alunos com idade acima dos 14 anos com deficiência intelectual leve. As oficinas têm como objetivo desenvolver no aluno as funções básicas necessárias para a inclusão no trabalho formal. Trabalhamos tempo de atenção, responsabilidade,habilidades e comportamento. As atividades são desenvolvidas através do tear manual, papel reciclado, encadernação, e serviço terceirizado.

Responsabilidade social nas empresas - Associação Nova Projeto



500 maiores empresas desvalorizam a diversidade e descumprem leis que garantem acesso a Pessoa com Deficiência

Pesquisa do Instituto Ethos e IBOPE ( resumo)

Apesar do discurso politicamente correto de valorização da responsabilidade social, parte significativa das 500 maiores empresas brasileiras ignoram completamente a inserção da diversidade entre seus quadros funcionais, fechando os olhos inclusive para o cumprimento de leis que garantem a presença de parte dessa diversidade, como a Lei de Cotas (lei 8.231/91) e a Lei do Aprendiz (lei 10.97/2000). É o que se conclui a partir do relatório “Perfil, Social, Racial e Gênero das 500 Maiores Empresas do Brasil e suas Ações Afirmativas”.

Divulgado no último dia 11, o estudo foi elaborado pelo Instituto Ethos e pelo Ibope Inteligência, que tomaram como base os questionários respondidos pelas 500 empresas participantes do ranking da revista Exame.

Tal sub-representação fica ainda mais gritante quando ela é tratada também como desrespeito à Constituição Federal, que proíbe qualquer discriminação para admissão e remuneração em razão de deficiência e garante a reserva de vagas na administração direta e indireta às pessoas com deficiência. Além disso, a Lei de Cotas obriga a empresa com 100 ou mais empregados a preencher de 2% a 5% dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas com deficiência, habilitadas, na seguinte proporção: até 200 empregados, 2%; de 201 a 500, 3%; de 501 a 1.000, 4%; e acima de 1.000, 5%.

Em relação ao jovem, a Lei do Aprendiz também é ignorada. A lei garante que as grandes e médias empresas contratem um número de aprendizes equivalente a 5%, no mínimo, e 15%, no máximo, dos trabalhadores existentes em cada estabelecimento cujas funções demandem formação profissional específica. O texto legal visa facilitar o ingresso do jovem no mundo do trabalho, como meio de transformar sua realidade pessoal e social.
Não se trata apenas de gerar empregos, mas de permitir a formação profissional do jovem, sem comprometer a empregabilidade e os ganhos futuros.

Mas os empresários fecham os olhos a essa finalidade, já que o relatório demonstra que 43% de empresas contratam menos do que manda a lei.

As respostas demonstram completa ignorância da realidade dos funcionários e do potencial proporcionado pela diversidade. Por exemplo, em resposta a pergunta: “Se a proporção de pessoas com deficiência está abaixo do que deveria, a que atribui?”, 73% respondeu o seguinte: “À falta de qualificação profissional de pessoas com deficiência para os cargos”
Em síntese, respostas como estas demonstram que a responsabilidade social é mais discurso para a mídia do que prática cotidiana na maior parte das 500 maiores empresas brasileiras.

Comentário sobre esta noticia
Algumas entidades especializadas no atendimento de pessoas com deficiência cientes da necessidade de qualificá-las para o trabalho mantêm cursos de capacitação profissional elaborados e coordenados por grupo técnico especializado. É um trabalho pouco divulgado junto às empresas que desconhecem esse movimento e na sua grande maioria quando necessitam cumprir as cotas, procuram essa mão de obra em empresas de colocação profissional. Dessa forma recebem realmente o candidato a vaga sem a devida qualificação para o trabalho.
A Associação Nova Projeto desde 2003 desenvolve programa de capacitação profissional para jovens e adultos com deficiência intelectual através de cursos na área administrativa e do varejo. A pessoa com deficiência como resultado da falta de oportunidades na maioria das vezes está afastada da escola e dos cursos profissionalizantes. Por essa razão mesmo beneficiadas pelas cotas não consegue enfrentar um processo de seleção profissional. Capacitada através de cursos profissionalizantes adquire conhecimentos básicos sobre o mundo do trabalho, sente-se mais segura e com certeza tem maiores chances de ser admitida e cumprir com as funções designadas.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Filme colegas - alegria de viver dos síndromes de Down



POR MYLENA HONORATO


Rio - Márcio quer voar, Aninha quer se casar e Stalone quer ver o mar. Apesar dos sonhos diferentes, os três amigos têm dois pontos em comum: são portadores de Síndrome de Down e personagens principais do filme ‘Colegas’, de Marcelo Galvão (que também dirigiu ‘Bellini e o Demônio’, com Fábio Assunção). Ainda em fase de captação de recursos, o longa-metragem, coproduzido pelo apresentador Otávio Mesquita, com Lima Duarte também no elenco, começa a ser rodado em julho. “É um filme de inclusão social, que trata de um assunto importante. Tenho certeza de que vai dar o que falar”, aposta Otávio Mesquita. O roteiro de Marcelo Galvão foi vencedor do Edital da Prefeitura de Paulínia (SP), cidade onde parte do projeto será filmado. “Fui criado com um tio que tem Síndrome de Down e meu avô foi um dos fundadores da primeira Apae (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais) do Brasil, no Rio. Vamos abordar o tema de forma divertida, mostrando como a realidade deles é bonita”, conta Galvão, que já ensaia com os atores há três anos.
Na história, três jovens vivem em um instituto que cuida de portadores de Down até que, inspirados no clássico ‘Thelma & Louise’, fogem no carro de um jardineiro (Lima Duarte). Para sobreviver, praticam assaltos com um revólver de brinquedo (roubam chicletes, revistas masculinas e outros produtos) e passam a ser perseguidos por policiais, como se fossem assassinos perigosos. “Eles percorrem as praias do Sul do País e vão parar na Argentina, onde aprontam muito”, adianta o diretor. Em meio às aventuras, surgirá uma linda história de amor. “Teremos cenas do primeiro beijo e da primeira noite entre Aninha e Stalone”, entrega. Qualquer semelhança com a vida real não é coincidência. Intérpretes da dupla, os atores Rita Pokk e Ariel Goldemberg, ambos de 30 anos, já são casados há sete. O terceiro ‘colega’, Márcio, inspirado no tio de Galvão, é vivido pelo faixa-preta de judô Breno Viola, 29 anos. “Márcio é ‘pegador’, como eu”, diverte-se Breno, admitindo que o desejo de ser ator é antigo. “Sempre quis fazer novela. E estou ansioso para filmar”, comemora. A ansiedade, aliás, é compartilhada por todos os envolvidos no projeto, que, assim como cada personagem, também têm um sonho. “É mais que um filme. É uma realização pessoal. Se tudo der certo, nossa estreia será ano que vem, no Festival de Cannes”, vislumbra Marcelo Galvão, emocionado, citando a competição de cinema da França.
Comentário
Para nós é motivo de orgulho o sucesso do Ariel Goldemberg no mundo das artes cênicas. Foi nosso aluno durante muitos anos. As professoras lembram com carinho o jovem irriquieto que frequentou nossa escola. Temos acompanhado de longe sua carreira artística e nos alegramos cada vez que as notícias relatam suas conquistas pessoais.
Associação Nova Projeto
Raphaela Viggiani Coutinho

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Escola especial - Associação Nova Projeto











Fazendo e aprendendo uma escola especial
As aulas são desenvolvidas tendo como tema fatos da atualidade. Neste dia os alunos elegeram os auxiliares de classe. Cada grupo tinha uma chapa concorrendo as eleições. Houve discurso dos planos de cada candidato em relação ao trabalho que iriam desenvolver. Ao final dos debates todos os alunos votaram. A apuração foi tensa mais alegre. As vitórias foram comemoradas com muito entusiasmo. A participação foi geral, alunos, funcionários e professores. Foi uma aula prática de como funciona um governo com sistema democrático.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Benefício LOAS ou trabalho uma escolha difícil - Associação Nova Projeto


Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social – BPC-LOAS

O Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social – BPC-LOAS é um benefício da assistência social, integrante do Sistema Único da Assistência Social – SUAS, pago pelo Governo Federal, cuja a operacionalização do reconhecimento do direito é do Instituto Nacional do Seguro Social – INSS e assegurado por lei, que permite o acesso de idosos e pessoas com deficiência às condições mínimas de uma vida digna.Esclarecendo o parágrafo acima: Isto é, a verba que custeia Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social – BPC-LOAS não sai do INSS, pois os benefícios deste ( como aposentadoria, pensão, auxílio doença, salário maternidade, etc) são mantidos, através das contribuições de todos os trabalhadores registrados ou aqueles que pagam à previdência contribuindo com carnê, de forma individual. O sistema da previdência é contributivo, tem direito aquele que contribui de alguma forma ou depende de alguem que contribuiu, enquanto o sistema da Assistência Social é seletivo, voltado para aqueles que realmente necessitam.

QUEM TEM DIREITO AO BPC-LOAS:

- Pessoa Idosa - IDOSO: deverá comprovar que possui 65 anos de idade ou mais, que não recebe nenhum benefício previdenciário, ou de outro regime de previdência e que a renda mensal familiar per capita seja inferior a ¼ do salário mínimo vigente.
- Pessoa com Deficiência - PcD: deverá comprovar que a renda mensal do grupo familiar per capita seja inferior a ¼ do salário mínimo, deverá também ser avaliado se a sua deficiência o incapacita para a vida independente e para o trabalho, e esta avaliação é realizada pelo serviço de pericia médica do INSS.

Isto é: a pessoa que vier a requerer o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social – BPC-LOAS (pessoa com deficiência) deverá possuir 4 requisitos:
· Ter deficiência ou doença
· Ter renda familiar por pessoa inferior a ¼ de salário mínimo
· Ser incapaz para o trabalho (incapacidade decorrente da deficiência/doença )
· Ser incapaz para a vida independente (incapacidade decorrente da deficiência/doença )
Para cálculo da renda familiar é considerado o número de pessoas que vivem na mesma casa: assim entendido: o requerente, cônjuge, companheiro(a), o filho não emancipado de qualquer condição, menor de 21 anos ou inválido de qualquer idade, pais, e irmãos não emancipados, menores de 21 anos, e inválidos, de qualquer idade,e menor tutelado equiparam-se a filho mediante a comprovação de dependencia ecônomica e desde que não possua bens suficientes para o próprio sustento e educação.

Oenteado
Caso concreto : uma pessoa com artrite reumatóide grave, tendo comprometidos o movimentos das pernas e das 2 mãos, pela perícia e avaliação social foi considerada incapaz para o trabalho e vida independente. Esta requerente morava com uma tia, e o marido desta tia. Este ganhava R$ 600.00. Mas essa renda não entra no cálculo de renda familiar, pois ele não faz “parte da família”.segundo a lei. Se ele, o único trabalhador da casa, fosse o marido da requerente, a senhora com reumatóide não conseguiria o benefício por causa da renda.
Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social – BPC-LOAS
O benefício assistencial pode ser pago a mais de um membro da família desde que comprovadas todas a condições exigidas. Nesse caso, o valor do benefício concedido anteriormente será incluído no cálculo da renda familiar .

O benefício deixará de ser pago quando houver superação das condições (isto é, a renda da família aumentar, a pessoa com deficiência deixar de ser incapaz para o trabalho e vida independente com o passar dos anos e do tratamento) que deram origem a concessão do benefício ou pelo falecimento do beneficiário.


O benefício assistencial é intransferível e, portanto, não gera pensão aos dependentes. A pessoa beneficiária será avaliada a cada 2 anos, para a revisão das condições que deram origem ao benefício .
(Esta revisão está atrasada. Há pessoas que recebem o BPC LOAS que nunca passaram por alguma revisão, não sabemos quando ela se re iniciará.)



Comentário - Associação Nova Projeto

Diferença entre Benefício e Aposentadoria

Inicialmente, não confundir benefício com aposentadoria. Muitas pessoas que nos procuram dizem “ meu filho é aposentado não pode trabalhar” Aposentado é a pessoa que trabalhou e contribuiu com o INSS e por motivo de doença, idade ou tempo de contribuição se aposentou ou seja parou de trabalhar. O benefício conhecido como LOAS não é aposentadoria, mas como descrito acima uma ajuda do Governo Federal para pessoas extremamente pobres sem condições de cuidar do seu próprio sustento.
A escolha da segurança do Benefício pela possibilidade de trabalho
Interferir junto às famílias se devem ou não desistir do benefício para que seu filho deficiente trabalhe é complicado. Passei por essa experiência várias vezes e sempre tive dúvidas em como orientá-las. Para as pessoas carentes o benefício é uma garantia de uma renda mensal. É impossível deixar de considerar essa realidade. Contudo hoje depois de vivenciar essa situação considero: se o deficiente é jovem e tem o potencial para o trabalho a família deve desistir do benefício, pois é injusto privá-lo de uma vida digna. independente e no exercício da cidadania a que tem direito em favor de um benefício que não é muitas vezes para sempre (é revisto pelo INSS) e que favorece a ociosidade que pode levá-lo a caminhos perigosos. O trabalho é fundamental para a dignidade das pessoas o benefício concedido é uma dependência que acomoda e enfraquece. Contudo se possui mais idade e uma deficiência mais severa, sem condições de ser incluído no mercado de trabalho formal aconselho a família buscar ou manter o benefício. O importante nesse caso é mante~lo em atividades que não o afastem do convívio social e preferivelmente em trabalho protegido.Tenho procedido dessa forma na orientação das famílias porque acredito ser esse o caminho nas regras atuais.


Raphaela Viggiani Coutinho

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Doença mental e deficiência intelectual - diferença

Diariamente em função do programa de capacitação profissional que oferecemos, analisamos diversos diagnósticos para selecionar as pessoas que se enquadram nas exigências da lei de cotas, para encaminhamento ao mercado de trabalho. Estabelecer a diferença entre as duas patologias, deficiência intelectual e doença mental, nem sempre é tarefa fácil, pois envolve aspectos difíceis de serem definidos e separados. Pessoas que nos procuram com laudo medico de doença mental, têm dificuldade em aceitar que não se enquadram nas cotas para deficientes. Muitas pessoas confundem esses dois diagnósticos. Contudo, neste momento, a lei de cotas para inclusão no mercado de trabalho é destinada para pessoas com deficiência.
Definição de Deficiência Intelectual da AAIDD American Association on Intellectual and Developmental Disabillities ( Associação Americana de Deficiência Intelectual e do Desenvolvimento).
“A Deficiência Intelectual é definida como limitações importantes que afetam o funcionamento intelectual, significativamente abaixo da média, acompanhado de limitações significativas no funcionamento adaptativo em pelo menos duas das seguintes áreas de habilidades: comunicação, auto cuidados, competência doméstica, habilidades sociais, interpessoais, uso de recursos comunitários, auto suficiência, habilidades acadêmicas, trabalho, lazer, saúde e segurança. O inicio deve ocorrer antes dos 18 anos”.
Essa definição, adotada para diagnostico de deficiência intelectual, não considera apenas o QI baixo como até a pouco era diagnosticado, mas também, uma avaliação abrangente das habilidades e dificuldades da pessoa deficiente em se relacionar com o meio ambiente, na execução das atividades diárias, nos cuidados pessoais, no aprendizado acadêmico e na atuação no meio onde vive.
Exemplificando, as pessoas com deficiência intelectual se relacionam com o mundo de forma diferenciada da maioria das pessoas. São mais lentas, levam mais tempo para aprender ou seja precisam de apoio na escola e no trabalho. Essas dificuldades variam de intensidade podem ser leves ou mais acentuadas. As mais leves são mais difíceis de serem identificadas, porque não são evidentes. São a principio observadas pelas famílias e posteriormente diagnosticadas na idade escolar. Assim, nas diversas formas que se apresentam, vão precisar de mais ou menos apoio. A deficiência intelectual não é uma doença mas, uma incapacidade intelectual, em determinadas áreas de acordo com o comprometimento de cada pessoa.
Doença Mental.
Não deve ser confundida com deficiência intelectual, a diferença é que na doença mental a pessoa perde a noção de si mesma e da realidade a sua volta. Pode ser mais branda ou mais severa ocasionando muitas vezes dificuldade de raciocínio lógico e concentração. Essas pessoas apresentam humor variado e grande dificuldade de relacionamento. São as psicoses, as depressões, a síndrome do pânico, as esquizofrenias. Esses casos devem ser tratados com medicação e com atendimento terapêutico. A doença mental não é caracterizada como deficiência mas como doença. Apesar de ser um quadro diferente da deficiência mental, algumas pessoas possuem as duas patologias. Por exemplo, é possível que uma pessoa tenha deficiência intelectual associada a um quadro depressivo, assim como a doença mental mais grave pode ocasionar um limite intelectual.
Tenho observado no meu dia a dia, que a pessoa com diagnóstico de doença mental, dependendo do nível de comprometimento, também vai precisar de apoio e oportunidades. É importante que os profissionais responsáveis pela emissão de laudos médicos considerem os limites intelectuais ocasionados pela doença mental. Nos dois diagnósticos, são pessoas que, com apoios adequados, poderão ser produtivas e integradas socialmente.


Associação Nova Projeto

raphaela@escolaprojeto.com.br
Raphaela Viggiani Coutinho

Meus amigos.









Não tem melhor escolha para comemorar o aniversário. O bolo foi uma surpresa da grande amiga e companheira de trabalho. Professores , alunos e funcionários se reuniram para o parabéns. Comemoramos também o da Neyde e Nice funcionárias queridas dos alunos que fizeram aniversário no mesmo mês.Deixo aqui registrado um momento de muita alegria.(28.10.2010)